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Saiba mais detalhes da operação que mirou empresários de Concórdia

Data 05/06/2026 às 11:30
Conforme MPSC, criminosos criavam empresas de fechada e praticavam sonegação fiscal.
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Foto: MPSC
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A operação "Proxies", desencadeada pelo GAECO SC na semana passada em Concórdia, desestabilizou um esquema que utilizaria pelo menos seis empresas de fachada para, segundo as denúncias, fraudar licitações em todo o país e sonegar impostos há mais de uma década. 

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Quase 60 agentes cumpriram mandados em Concórdia e em mais duas cidades, acessando apartamentos de luxo, residências, empresas e estabelecimentos. Recolheram documentos, celulares e computadores que comprovariam o possível crime. Fizeram a mesma coisa em Xanxerê e Florianópolis onde "tentáculos" do esquema estão sob investigação. 

Conforme o portal A2, o núcleo central que coordenava as estratégias estava dentro de uma grande empresa em Concórdia. Eram usados "laranjas" em outras empresas concordienses, colocadas em nome de familiares para ocultar os verdadeiros donos e em locais "fantasmas". 

Houve rastreamento de transações financeiras e de "sócios" e inconsistência em documentos fiscais e contábeis nas investigações. Diante da gravidade e dimensão do caso o MP pediu ao GAECO apoio na operação de busca e apreensão. Apura-se, também, se servidores públicos possam ter facilitado a prática ilegal, que ocorria em todo o país, tudo centralizado em Concórdia. 

O processo segue sob sigilo e por tal razão os nomes dos empresários concordienses alvos da operação e outros suspeitos não podem ser divulgados até "sinal verde" do MP.


Fonte: Portal A2

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