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Alta dos combustíveis desacelera em Concórdia, mas preços seguem pressionados pela guerra

Data 08/04/2026 às 06:35
Levantamento aponta novo aumento no diesel e gasolina aditivada, enquanto gasolina comum recua pela primeira vez
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O jornalismo da Massa FM segue acompanhando a evolução dos preços dos combustíveis em Concórdia, em meio aos impactos da guerra no Oriente Médio sobre o mercado global de petróleo. Apesar de novas altas registradas na última semana, os dados indicam uma desaceleração no ritmo de aumento.

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Desde o início de março, os combustíveis vêm acumulando reajustes semana após semana, com o pico de alta registrado no período de 22 a 28 de março. Já no levantamento mais recente, referente aos dias 29 de março a 4 de abril, com base em dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, o avanço dos preços foi mais moderado.

O diesel, principal produto impactado pelo cenário internacional, voltou a subir, mas de forma menos intensa. Na semana passada, o combustível atingiu média de R$ 7,77 por litro, alta de cinco centavos. No período anterior, o aumento havia sido bem mais expressivo, chegando a 59 centavos por litro. Nos postos da cidade, o diesel variou entre R$ 7,29 e R$ 7,92.

A gasolina aditivada também apresentou elevação, com média de R$ 6,96, aumento de cinco centavos. O preço máximo encontrado chegou a R$ 7,19. Já a gasolina comum teve comportamento diferente: pela primeira vez nas últimas semanas, houve queda, com recuo de três centavos e média de R$ 6,79 por litro.

No caso do etanol, o cenário foi de estabilidade. Após subir 13 centavos na semana anterior, o combustível manteve a média de R$ 5,55 por litro, com preços variando entre R$ 4,79 e R$ 5,79 nos postos de Concórdia no último período.

Mesmo combustíveis como gasolina e etanol, que não têm ligação direta com conflitos internacionais, vêm sendo impactados pelas oscilações do petróleo no mercado global. A guerra no Oriente Médio segue como um dos principais fatores de pressão sobre os preços.

 

Diante desse cenário, o governo federal anunciou nesta semana um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis. Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o custo estimado é de R$ 30,5 bilhões, com compensação por meio de receitas como as provenientes do diesel e royalties do petróleo.

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