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Ministério Público denuncia homem por homicídio de segurança no Réveillon de Piratuba

Data 14/02/2026 às 10:01
Ele está preso preventivamente desde 2 de janeiro de 2026, após ter sido expedido um mandado de prisão
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Divulgação
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Adilho de Souza de 41 anos foi denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de homicídio contra o segurança Eleir Paulo Zamboni e por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. Ele cometeu os delitos na madrugada de 1° de janeiro de 2026, na Avenida 18 de Fevereiro, em Piratuba. O réu está preso preventivamente. O documento com a denúncia, obtido de forma exclusiva pelo Portal Magronada, foi assinado na sexta-feira, dia 13, pelo promotor Felipe de Oliveira Neiva.

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De acordo com a denúncia do Ministério Público, através do inquérito da Polícia Civil de Piratuba, ao final do evento de Réveillon para a limpeza da pista, enquanto as pessoas eram retiradas pela Polícia Militar e seguranças, uma confusão generalizada entre o público começou. Minutos depois, Adilho foi até o local onde a equipe de segurança recebia o pagamento, chegando por trás de Eleir. Enquanto o profissional estava distraído em uma ligação, o acusado sacou uma pistola .380, chamou pelo homem e disparou no rosto dele. Antes de fugir, Souza ainda ameaçou os demais trabalhadores com a arma de fogo. Zamboni foi socorrido ao Hospital de Piratuba/Ipira, mas morreu em decorrência de um traumatismo craniano.

Ainda segundo o documento com a denúncia do Ministério Público, Adilho confessou o crime e alegou ter agido por conta de um tapa que recebeu e pelo motivo de que precisava buscar seu veículo, que estava nas proximidades de Eleir. Conforme o órgão, Souza agiu por motivo torpe e por vingança decorrente de desavença anterior, dificultando a defesa de Zamboni.

O Ministério Público pede a condenação de Adilho pelos crimes cometidos, a cassação da autorização de posse de arma de fogo e a reparação mínima no valor de R$ 100 mil. A juíza substituta da comarca de Capinzal, Carolina Fernandes Nascimento de Oliveira, recebeu a denúncia e manteve a prisão preventiva de Souza para a garantia da ordem pública, pela gravidade do delito e pela periculosidade do acusado, demonstrada na suposta prática do homicídio.

Bernardo Souza-MAGRONADA


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