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Casos de dengue aumentam em Concórdia, mas ainda seguem controlados

O loteamento Bussolaro é o local com o maior número de casos, seguido pela Vila Jacob Biezus e Frei Lency.
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O município de Concórdia registrou até esta quarta-feira, dia 26, 26 casos confirmados de dengue, segundo dados atualizados pela Vigilância Epidemiológica e levantados pelo jornalismo da Massa FM. Além disso, a cidade tem 42 casos prováveis – pessoas com suspeita de estarem contaminadas e que estão sendo submetidas aos testes.

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Ainda conforme os dados disponibilizados pela Vigilância, Concórdia tem 28 pacientes em viremia ativa, o que significa que essas pessoas ainda podem transmitir o vírus da dengue caso sejam picadas por mosquitos. Este número é composto tanto por casos confirmados quanto pelos prováveis.

Apesar do aumento nos últimos dias, os números atuais ainda estão dentro do controle, especialmente quando comparados aos dados do ano passado, quando, por volta da mesma época, já havia cerca de 200 pessoas contaminadas pela doença.

O loteamento Bussolaro é o local com o maior número de casos, registrando 9 pacientes confirmados, seguido pela Vila Jacob Biezus e Frei Lency. Já os casos prováveis estão mais concentrados nas regiões da Vila Jacob Biezus, Estados e Imperial.

A maioria dos casos confirmados até agora, cerca de 23, é autóctone, ou seja, contraída dentro do município, enquanto o restante foi importado de outras localidades. Além da dengue, Concórdia também registrou um caso confirmado de Chikungunya, que é importado.

A cidade já anota um total de 189 focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor tanto da dengue quanto de outras doenças, como a zika e a chikungunya. A vigilância continua atenta aos pontos de risco e reforça a importância de ações preventivas.

A prevenção da dengue depende diretamente da eliminação dos focos do mosquito. Algumas orientações importantes para a população de Concórdia incluem:

  • Elimine água parada: O mosquito Aedes aegypti se reproduz em locais com água parada. É essencial eliminar qualquer recipiente que possa acumular água, como garrafas, pneus, vasilhas, entre outros.
  • Tampe caixas d'água e tonéis: Mantenha reservatórios de água bem fechados para evitar que o mosquito tenha acesso.
  • Limpeza de calhas e ralos: Verifique calhas e ralos que possam acumular água da chuva e faça a limpeza regularmente.
  • Use repelentes e telas de proteção: Se possível, proteja portas e janelas com telas para evitar que os mosquitos entrem em casa, especialmente nos horários de maior atividade do mosquito, que são ao amanhecer e ao entardecer.
  • Mantenha o ambiente limpo: Remova qualquer objeto que possa acumular água, como pratos de plantas, garrafas plásticas e outros.
  • Monitore os sintomas: Caso apresente sintomas como febre, dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações, procure imediatamente uma unidade de saúde. Quanto mais rápido o diagnóstico, mais eficaz será o tratamento.
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