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Fernanda Dilda afirma que CMEI Dr. Zoé não reúne mais condições técnicas para funcionamento

Data 03/02/2026 às 13:10
Parlamentar comentou sobre divergências entre integrantes da base governista na primeira sessão do ano.
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A vereadora Fernanda Dilda (PL), primeira-secretária da Câmara de Vereadores de Concórdia e líder do Partido Liberal no Legislativo, foi entrevistada ao vivo na manhã desta terça-feira pela Massa FM, onde falou sobre a retomada das sessões legislativas em 2026 e, principalmente, sobre a situação do CMEI Dr. Zoé Silveira D’Ávila, localizado em frente à empresa BRF.

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Segundo a parlamentar, apesar do recesso regimental das sessões, os vereadores mantiveram os trabalhos desde o início do ano, com reuniões de comissões, atendimento à população e protocolos de matérias. Ela destacou que a primeira sessão ordinária do ano, realizada na segunda-feira, teve uma pauta extensa, reflexo do trabalho contínuo desenvolvido em janeiro.

Sobre o CMEI Dr. Zoé, Fernanda Dilda afirmou que o imóvel não apresenta mais condições técnicas, estruturais e jurídicas para continuar funcionando como centro de educação infantil. A vereadora explicou que o prédio pertence à BRF e que o município utilizava o espaço sem contrato de comodato desde 2017, situação considerada irregular.

“A decisão não pode ser tratada como derrota do governo. A verdadeira derrota seria se alguma tragédia tivesse acontecido com crianças ou servidores. O local não oferece mais nenhuma condição de segurança”, afirmou.

A parlamentar detalhou que, ao identificar a ausência de contrato e os problemas estruturais do imóvel, a Secretaria Municipal de Educação entrou em contato com a BRF solicitando tanto a regularização jurídica quanto as adequações exigidas pelo Ministério Público, em ação civil pública ajuizada ainda em 2017. No entanto, a empresa informou que não se responsabilizaria pelas obras, que exigiriam investimentos elevados, e orientou o município a realocar as crianças.

Fernanda Dilda ressaltou que, diante do cenário, não seria viável que o município investisse milhões em um imóvel que não lhe pertence e que, tecnicamente, mesmo após uma grande reforma, não atenderia mais às exigências para funcionamento de um CMEI. “As crianças foram realocadas para outros CMEIs próximos às suas residências, sem prejuízo às famílias".

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