Nuvem
Saúde

Medicamento experimental brasileiro mostra avanços em pacientes paraplégicos

Data 17/01/2026 às 11:32
Resultados positivos ampliam expectativas para novo tratamento neurológico
Imagem
Divulgação
Compartilhe: Whatsapp Facebook

Mais um paciente paraplégico voltou a se mover após receber um medicamento experimental desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com esse novo caso, já são quatro pessoas que apresentaram recuperação parcial de movimentos e sensações durante o tratamento, autorizado de forma excepcional por meio de decisões judiciais para uso compassivo.

ATENÇÃO! QUER FICAR POR DENTRO DAS PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE CONCÓRDIA E REGIÃO EM TEMPO REAL?

A polilaminina é uma substância inovadora desenvolvida no Brasil, derivada da laminina (proteína da placenta), que atua como uma "cola biológica" e guia para neurônios, prometendo regenerar a medula espinhal e restaurar movimentos perdidos em lesões, sendo aprovada para estudos clínicos e gerando grande esperança no tratamento da paraplegia e tetraplegia. 

A substância, inteiramente produzida no Brasil, vem chamando a atenção da comunidade científica pelos relatos de melhora em pacientes com lesões medulares consideradas irreversíveis. Entre os avanços observados estão aumento da sensibilidade, pequenos ganhos de mobilidade e sinais de reativação neurológica monitorados pela equipe responsável.

Como o tratamento ainda não possui aprovação regulatória, o uso compassivo é permitido apenas quando não há alternativas terapêuticas disponíveis. Cada paciente é acompanhado de forma intensiva, com avaliações funcionais e monitoramento clínico contínuo para garantir a segurança e medir a evolução ao longo do processo.

Apesar dos sinais promissores, especialistas reforçam que o medicamento permanece em fase experimental e exige estudos clínicos mais amplos para comprovar eficácia e segurança. No início de janeiro, a Anvisa autorizou a primeira fase desses testes, ampliando as perspectivas para a pesquisa liderada pela cientista Tatiana Coelho Sampaio, até então restrita ao ambiente científico.

Fonte: Conselho Federal de Farmácia

Enquete
Clima
Tempo em Concórdia-SC
Nuvem
Umidade:
Vento:
Logo Whatsapp