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Caso Raunan: Mãe desabafa e pede justiça pela morte do filho

Data 22/04/2026 às 06:15
DIC concluiu o inquérito com 11 indiciados.
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Após a conclusão do inquérito que apurou o assassinato de Raunan Almeida, de 18 anos, em Concórdia, a mãe do rapaz fez um desabafo, cobrando punição aos responsáveis. A mulher, que pediu para não ser identificada, relatou o alívio pela identificação dos autores ao jornalismo da Massa FM.

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“Eu acredito na justiça e espero muito que todos esses bandidos paguem pelo que fizeram com o Raunan. Ele era um guri de coração bom, que caiu no erro há poucos meses e acreditava nas pessoas ao redor. De jeito nenhum ele merecia isso”, relatou.

A mãe também afirmou que o filho foi brutalmente torturado antes de morrer. “As reportagens não falam, mas ele foi torturado ainda vivo. Teve partes do corpo cortadas. Eram vários contra um menino sem chance de defesa”, disse, emocionada.

No relato, ela ainda destacou que espera que o caso sirva para combater a criminalidade organizada na região. “Precisou ele morrer para parar essa máfia que atuava há tempos em Concórdia. Agora, esperamos que a justiça seja feita e que meu menino descanse em paz”, completou.

Apesar da dor, a mãe fez questão de agradecer o trabalho das forças de segurança e da imprensa. “Quero agradecer a todas as polícias envolvidas, que fizeram um excelente trabalho, e às mídias por não deixarem esse caso cair no esquecimento”, afirmou.

O inquérito que investigou o desaparecimento e a morte do jovem foi concluído nesta semana pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Concórdia. Ao todo, 11 pessoas foram indiciadas pelos crimes. Dessas, 10 já estão presas temporariamente. Um dos suspeitos segue foragido.

Conforme a investigação, Raunan desapareceu no início de fevereiro de 2026, após ser atraído para uma residência em Concórdia. No local, ele foi mantido em cárcere privado e sofreu agressões. O crime teria relação com conflitos ligados ao tráfico de drogas.

Posteriormente, a vítima foi levada até o município de Marcelino Ramos (RS), onde foi morta em uma área de mata. O corpo foi encontrado dias depois, com sinais de violência e tentativa de ocultação.


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